Senta aqui. Pega seu café. A gente conversa — e você sai sabendo o que fazer.
Sabe aquele problema que fica girando na cabeça?
Aquele que você tenta resolver sozinho no banho, no trânsito, na madrugada.
Que parece grande demais pra falar — mas pequeno demais pra pedir ajuda.
O filho no colégio. A conta que não fecha. O sócio que não entende.
O casamento que esfriou. A decisão que você tá adiando há semanas.
Não é um problema de terapia. Não é um problema de consultoria.
É um problema de clareza.
Você tem amigos.
Tem família. Tem gente ao redor.
Mas na hora de pensar de verdade — você tá sempre sozinho.
Porque ninguém tem tempo. Porque você não quer preocupar ninguém.
Porque tem coisas que você precisa ouvir de volta — não de um conselho genérico,
mas de alguém que entende o que você disse.
Alguém que escuta. Que reformula. Que pergunta a coisa certa na hora certa.
Você sabe disso. Só nunca soube o que fazer com isso.
Não é mágica. É método. É ritual. É café.
Não é um app.
Não é um coach.
Não é uma IA falando "como posso ajudar?"
É um ritual. Como o café que você já toma todo dia.
Você senta. Responde uma pergunta. A conversa vai fundo.
E quando termina — você sabe exatamente o próximo passo.
Não o plano perfeito. Não a resposta definitiva.
O próximo passo. Concreto. Pra hoje.
De manhã, na hora do café. A conversa começa com uma pergunta simples: "Como você chegou hoje?" — sem julgamento, sem pressa.
Três perguntas. Nunca mais. Cada resposta abre o próximo nível — como uma conversa real que vai ao ponto sem forçar.
O que você disse volta reformulado. Você se escuta pela primeira vez. Esse é o momento de virada.
Concreto. Com prazo. Pequeno o suficiente pra hoje. Grande o suficiente pra importar.
O ritual nunca termina. Ele se abre pro próximo dia. Você sai comprometido com uma versão melhor de si.
Uma conversa de verdade muda o dia inteiro.
Todo dia. 17 minutos. Uma xícara de café. E a certeza de que você não tá mais rodando em círculos.
Seu primeiro café tá por nossa conta. Senta aqui — a gente resolve junto.
Quero meu primeiro café →